quinta-feira, 31 de março de 2011

Download - Criatividade em Propaganda – Roberto Menna Barreto

criatividadeempropagand [Publicidade] Criatividade em Propaganda   Roberto Menna Barreto
Um livro que põe o cérebro do leitor em movimento. Incrivelmente absorvente do primeiro ao último capítulo. Cheio de casos reais e testes práticos e inéditos. Consagrado no gênero. Ideal não só para publicitários, mas também para os que consomem tudo o que os publicitários anunciam.

Criatividade em Propaganda – Roberto Menna Barreto

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Algumas dicas para um bom texto publicitário - Por Zeca Martins

Não vou tomar seu tempo com determinada questiúncula corrente alhures, acerca de dever o texto publicitário ser curto ou longo. De cara, já vou afirmar que o texto de um anúncio não pode mesmo é ser pedante como a frase anterior (questiúncula corrente alhures, acerca de…? Que horror!). Faço a seguir algumas observações baseadas na experiência do dia–a–dia, e alerto que são apenas observações, porque não creio em normas rígidas para nada, muito menos para a elaboração de um texto publicitário.

Texto curto ou texto longo?
Muita gente – por achar que as novas gerações de consumidores representam o que não se poderia chamar exatamente de letradas, por seus níveis insuficientes de leitura e crescente apego à imagem – acredita que textos publicitários devam ser curtos ou, até, inexistentes.
É o pessoal que advoga a comunicação eminentemente conceitual, seja lá o que isso signifique. Por falar nisso, existe um “conceito” por aí que diz que a atual geração (nascidos nos anos oitenta e após) é predominantemente formada por Xers (leia–se écsers), isto é, a turma do X, das opções por múltipla escolha, da linguagem de videogame, em suma, gente que não gosta de ler e quer receber a informação já mastigada, prontinha para digestão. Esta rapaziada estaria em contraposição aos boomers, no caso eu, nascido no boom populacional da década de 1950, e meus contemporâneos, os quadradões que estudaram filosofia e latim no colégio e foram obrigados a ler na marra Machado de Assis e demais expoentes da literatura em língua portuguesa (eu era um sortudo e não sabia).
Se partimos deste princípio de Xers, boomers, geração isso, geração aquilo, corremos apenas o risco de alimentar preconceitos que, como já vimos, são puro veneno para a boa comunicação. O que é indispensável é conhecer bastante bem o público–alvo para falar com ele de modo a mais facilmente persuadi–lo para as virtudes do produto anunciado. Em outras palavras, faça seu texto publicitário do tamanho que você achar que deve fazer e em função do que o seu feeling disser.

Use palavras simples
Nada desse negócio de querer ganhar o Prêmio Nobel de literatura com um anúncio. Embora devamos respeitar a inteligência do Sr. Target, temos a obrigação de lembrar sempre que a simplicidade, no caso, é a mãe dos resultados. Anúncios, embora valham–se de texto e arte, não são obras artísticas a priori; são peças construídas em função de uma expectativa de vendas! Daí, a necessidade da simplicidade, o que não nos desobriga do bom gosto e dos argumentos inteligentes.
O Sr. Target não é uma pessoa só, são milhões de pessoas com bagagens culturais e vocabulários necessariamente diferentes, então não podemos nos arriscar com o uso de termos estranhos àquilo que consideramos o conhecimento do homem médio.

Coloquial é bom
Propaganda é, por definição, um ato de persuasão. E ninguém melhor para nos persuadir do que um amigo próximo, certo? A linguagem coloquial representa exatamente alguém próximo, em quem podemos confiar. O produto passa a ser esse alguém em quem podemos confiar!
Claro que não se trata, principalmente no caso da mídia eletrônica, daquele locutor com voz de travesseiro sussurrando no ouvido do Sr. Target. O coloquial, aqui, tem o sentido de proximidade, mas – atenção! – tenha sempre muito cuidado na escolha das idéias, e das palavras que as expressarão, pois, por falarmos com grupos, não iremos nos arriscar a ofender as suscetibilidades individuais de quem quer que seja, por mínima que possa parecer esta ofensa.

Informativo
É evidente que tudo depende das circunstâncias, do briefing específico, mas não poderemos jamais relegar para segundo plano o caráter informativo que o anúncio deve ter sobre características e virtudes do produto.
Se o produto tem algum ingrediente inédito, por exemplo, explique o que é e para que serve. Se houver espaço e oportunidade, mostre como este ingrediente age.
Se o produto ou serviço incorpora alguma nova tecnologia, estude–a o suficiente para estar seguro de que seu texto é realmente esclarecedor.
Algum benefício ou alguma promessa muito facilmente identificáveis devem estar claramente estampados lá no anúncio. Nada de rodeios, e nada de presumir que o Sr. Target vai entender suas intenções geniais, porém ocultas. Clareza e conteúdo na informação é metade do sucesso garantido!

E nada de preguiça
O publicitário, particularmente aquele que trabalha em Criação, é sobretudo um artesão. Por isso, fazer um bom texto publicitário também é buscar a perfeição. Tá bom, raras vezes isso é possível, porque o Atendimento e o cliente não saem mesmo do pé, ficam enchendo o saco, querem tudo para ontem, etc. Mas, quando dá, é seu dever como redator brincar com o texto até a beira da exaustão. Pesquise, vá à biblioteca mais próxima, vá à internet, procure literatura e referências sobre o tema. Escreva e reescreva o anúncio mil vezes, troque palavras, experimente sonoridades, mude as abordagens, tente o humor, tente o sentimentalismo, tente o apelo à razão, tente idéias antagônicas, tente o escambau… pois sabe–se lá qual poderá ser o resultado. Tire a primeira frase, se não fizer diferença, é porque ela estava a mais; continue fazendo o mesmo com as demais frases.
Faça isso também com algumas palavras, e preste muita atenção aos vícios de linguagem, coisas como “vai estar fazendo” em lugar de um simples “fará”, ou “temos a certeza” em vez de “temos certeza”.
E para matar a pau, enxugue ao máximo textos e idéias, porque a síntese na sua comunicação é o pulo do gato da Propaganda eficaz.
Invente!
O bom texto publicitário deve, enfim, ser trabalhado como se trabalha na confecção de um mosaico, unindo peças (as palavras) as mais variadas para obter um resultado surpreendente. Eis mais uma razão para se esforçar continuamente no desenvolvimento de um bom vocabulário, coisa que se obtém, nunca é demais lembrar, pelo exercício constante da leitura de todos os gêneros literários e de tudo que possa estar ao seu alcance.
Uma coisa eu garanto: o texto que nascer depois de muita transpiração do redator será, certamente, um ótimo texto publicitário.

Cuidado com redundâncias
As redundâncias de texto/imagem ocorrem, mais freqüentemente, no filmes publicitários, e são um desperdício de recursos. Exemplo: a imagem mostra uma maçã. E o texto diz: maçã.
Agora vejamos de outra forma. A imagem mostra uma maçã e o texto diz: a tentação do sabor. Faz muita diferença, não?
Evitar a redundância significa ganho de tempo e de espaço que poderá ser utilizado para o desenvolvimento de algo mais, como um novo argumento, uma idéia acessória, etc. Se, num filme de trinta segundos, por exemplo, tivermos redundância texto/imagem, teremos aí os mesmíssimos trinta segundos de informação. Mas se o texto ocupar trinta segundos com a informação X, e a imagem ocupar trinta segundos com a informação complementar Y, o filme continuará com trinta segundos de tempo, mas com sessenta segundos de informação. Pura malandragem para fazer o anúncio crescer; é fermento de publicitário!
Um outro cuidado a se tomar é evitar o reaproveitamento do mesmo texto para diferentes mídias (muita gente apela para este recurso). Isto, porque diante de cada mídia o comportamento do Sr. Target poderá alterar–se, e um texto que eventualmente funcione bem na TV talvez não repita o mesmo desempenho no rádio. Finalmente, se for o caso, radicalize no combate à redundância: elimine o texto e veja se a imagem fala melhor sozinha! Não é incomum que isto aconteça.
Caso real. Antes, alerto que já no Volume 1 deste livro evitei a todo custo a reprodução de anúncios pelas razões que lá expus na Apresentação. Havia me proposto a fazer o mesmo neste segundo volume, mas abro uma exceção para um anúncio maravilhoso que eu e o Newton Cesar criamos, certa vez, e que foi um caso típico da eliminação pura e simples do texto. Era um anúncio para um cliente de varejo – Lojas Camicado, de São Paulo, SP – e Dia das Mães no calendário promocional. Note que outra imagem já havia sido produzida e o texto correspondente redigido, mas o sem–graça do Newton resolveu mudar a imagem de última hora. Quando vi o que ele tinha aprontado, decidi simplesmente eliminar o texto.

Faça o Sr. Target sonhar!
Ninguém compra produtos, compram–se promessas, compram–se benefícios. Compram–se, enfim, idealizações, projeções, sonhos. Faça, portanto, o Sr. Target sonhar.
Charles Revson, fundador da indústria de cosméticos Revlon, dizia: “na indústria fabricamos cosméticos, na loja vendemos esperança”. Ou, como dizem alguns publicitários “ninguém compra uma broca, compra buracos na parede!”
Em suma, o que o consumidor quer – e paga por isso – é a obtenção de resultados (para entender melhor a extensão do significado de “o que o consumidor quer”, veja capítulo O marketing e as necessidades humanas). Este princípio cabe perfeitamente em qualquer produto que você vá anunciar.
Seu anúncio promete resultados? Nada mais a dizer.
Fonte:Webinsider

A importancia do cartaz para a publicidade

Enquanto o twitter e as redes sociais se tornaram as meninas dos olhos dos publicitários, as “velhas mídias” ainda são muito eficientes, entre eles, os cartazes.
O cartaz é ideal para transmitir uma mensagem rapidamente. Muitas vezes, o público precisa de menos de trinta segundos para compreender a mensagem da peça.
Cartaz Hot Dog
O cartaz teve papel fundamental na Revolução Russa de 1917, espalhando a ideologia socialista com mais facilidade, já que era um dos principais meios de comunicação de massa que existia naquela época.
Cartaz Revolução Russa
Atualmente, o cartaz é produzido em tamanho A3 ou A1, sendo este colocado em mobiliários urbanos.
Mobiliário Urbano
Às vezes, eles são elevados à categoria de arte, como as peças criadas pelo designer alemão Pierre Mendell e mais recentemente, um dos cartazes criados por Shepard Fairey para a campanha presidencial de Barack Obama (Hope) entrou nesta categoria.
Cartaz Obama
Mesmo que novos meios sejam utilizados pela publicidade, o cartaz sempre será uma ótima opção para transmitir muita coisa em poucas palavras.
Fonte

quarta-feira, 30 de março de 2011

Painel de Baratas

A Publicis de Dallas criou uma peça inusitada para a Terminix, serviço de controle de pragas, usando como matéria-prima 5000 baratas vivas. Isso mesmo: baratas gigantes passeando, uma em cima da outra, dentro de letras de vidros que formavam a palavra E. Coli, bactéria que pode causar algumas doenças por causa das indesejáveis criaturas.

No vídeo, dá para ver que teve gente com estômago para ver os insetos em ação.




O curioso é que o painel tinha que virado para a sombra a cada quinze minutos para a peça não abrigar “churrasquinho de barata”.
Há cerca de dois anos a agência criou esta pegadinha para um anúncio da empresa, mas desta vez usando baratas falsas.

fonte: blogcitario

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Destaques

Entrevista com José Fujocka
Making-of do comercial do Prisma
20 dicas de pintura digital
Especial: Layers

Tutoriais

Restauração de fotografias
Filtro Extract
Acelere o Photoshop
Fotorrealismo
Ilustração com gradientes
Iluminação fantástica
Colagem fotográfica
Efeito vintage
Xilografia
Máscaras
Gladiador místico

Resenhas

DAZ Studio 3D Bridge
Film Frame Art
Mouses sem fio
Fotografia Digital na prática
PS CS3 para fotógrafos digitais
Canon SX100 IS
Cintiq 12WX

[CD] Photoshop Creative – Dê Vida às suas fotos antigas – Edição 01

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terça-feira, 29 de março de 2011

7 dicas para boas fotografias



Muitas pessoas perguntam como conseguir boas fotos isso é muito dificil de responder, já que na fotografia existem vários elementos que constituem uma boa fotografia. Tanto em fotografias de estúdio como em ambientes externos, precisamos desenvolver uma metodologia para tudo o que fazemos para que possamos criar uma fotografia surpreendente das demais. Buscando responder a pergunta sobre como conseguir boas fotos montamos uma lista de 7 características que compõem a foto de cair o queixo. Todas as dicas abaixo se aplicam a todo o tipo de fotografia.
Se houver uma característica que está acima de qualquer outra, é que cada imagem precisa ter uma razão, uma história e emoção. Para cada foto haverá uma história envolvendo sua composição, para cada emoção uma expressão, é preciso mostrar algo bonito com sentimento.
Uma ótima composição
Existem muitas regras e técnicas diferentes para cada criação de composição. É a regra do terço, regras de simetria, não tão comum a técnica de composições assimétricas que usa um objeto de compensação, as linhas principais e enquadramento. As regras muitas vezes podem ser quebradas, mas é importante sempre levar em consideração uma composição sólida.

Capture emoção
Como seres humanos, somos levados a emoções. Se algo nós faz rir ou chorar, a emoção é expressa de forma visual que contagia todos ao nosso redor. O fotógrafo deve fotografar momentos de emoção, são fotos assim que valem muito mais que mil palavras.

Conte uma história
Algumas das minhas fotografias favoritas além da captura do momento contam uma história. Elas podem ter grandes composições ou nada muito interessante que chame atenção, mas o fato marcante da foto com toda certeza é a história que envolve aquele momento.

Deixe algo para a imaginação
Eu particularmente adoro fotos que contam uma história, mas adoro muito mais aquelas fotos que além de contar uma história deixam algo para a imaginação continuar. Todo mundo sabe que o livro é sempre melhor do que filme, porque nos permite usar a imaginação para criar os mais incríveis finais para os personagens. Nas imagens não é diferente! Elas permitem ter informações suficientes para imaginar o resto da cena.

Misture conceitos
Imagens únicas muitas vezes contrapõem completamente contrastes entre objetos e conceitos. Um exemplo é fotografar uma bela noiva com seu vestido completamente branco ao lado de uma parede de grafite. Assim, a justaposição do que é belo e puro com o feio e impuro. Ou ainda fotografar a pobreza absoluta com algum símbolo de riqueza e poder.

Luz e Cor
A luz de um ambiente pode transformar completamente uma cena, pode encher a cena de cor, textura e vida. Na natureza, esses tipos de momento acontecem o tempo todo, exemplo, o amanhecer e o pôr-do-sol. Se soubermos controlar a iluminação desses momentos, e se você estiver no lugar certo e na hora certa, você pode capturar o melhor desses fenômenos naturais.

Perspectivas únicas
A maioria das pessoas vive suas vidas e veem o mundo com a mesma perspectiva. O que torna uma foto bela é a perspectiva que você toma para registrá-la. Em vez de fotografar uma criança na visão de um adulto, por que não fotografar da perspectiva da criança. Uma imagem com a visão de baixo para cima cria uma foto muito mais original e interessante.

fonte: fotografeumaideia.com.br
referência: slrlounge.com
fotos: g-blossom